Alexandre da Maia e suas doideiras... notas de um cardisplicente


Manifesto da FRENTE UNIVERSITÁRIA PRÓ-DILMA 13

 

O segundo turno das eleições presidenciais, no próximo dia 31 de outubro, traz à tona o debate em torno das visões de mundo relacionadas à educação e às desigualdades regionais deste “continente” chamado Brasil, tão rico e tão injusto na distribuição de riquezas e oportunidades.

Vimos, nos 8 anos do governo Lula, gerenciado por Dilma Rousseff, uma mudança no tratamento dado à educação pública de qualidade. Tivemos a ampliação do número de Universidades Federais e de concursos para professores e servidores, a interiorização das Universidades Públicas para propiciar a construção de uma massa crítica, capaz de promover o desenvolvimento intelectual e o empreendedorismo em todos os rincões do País, e não apenas nas capitais dos Estados que formam nossa Federação. Além disso, houve um investimento maciço na expansão das Universidades já existentes, propiciando, com o REUNI, a infraestrutura necessária para a prática do ensino e da pesquisa. Todos veem que as instalações físicas das Universidades estão condizentes com o trabalho exigido, mostrando que os tempos de abandono do governo FHC/Serra estavam devidamente superados pela ação do governo Lula/Dilma em defesa da Universidade Pública. Para quem não se lembra, talvez por ter vivido a infância nos tempos do governo do PSDB, não havia concursos para professores. Vivíamos no tempo dos “professores substitutos”, que eram contratados temporariamente para suprir os espaços deixados pela falta de docentes. Ao invés de fazer concurso público para ampliar e reforçar a Universidade, FHC/Serra fizeram o contrário: colocaram nas Universidades “professores” ainda em formação acadêmica, e mesmo assim por tempo determinado, demonstrando falta de coragem e interesse para resolver o problema da ausência de professores.

A eleição de José Serra é uma ameaça à efetivação do processo iniciado por Lula/Dilma de valorização da educação – mais especificamente da Universidade Pública.

O projeto de incremento e expansão do ensino público superior é um dos elementos da política do governo Lula/Dilma de superação das desigualdades regionais no Brasil. Nesse sentido, vimos que o Nordeste passou a ser olhado como um lugar estratégico de desenvolvimento econômico para o País. Não é à toa que os investimentos no Nordeste – e mais especificamente em Pernambuco – tornam a nossa região atrativa até mesmo para aqueles que costumavam olhar para cá como um “paraíso tropical” para tirar férias. Agora o Nordeste é um lugar atrativo e com mais qualidade de vida para quem vive no stress das grandes cidades do Sudeste e Sul do País.

Esse processo de desenvolvimento e inclusão generalizada representado pelo governo Lula/Dilma não pode parar! Se a “esperança venceu o medo” quando da eleição de Lula em 2002, a esperança vira realidade e precisa de continuidade em 2010. É por isso que votamos e pedimos apoio a DILMA ROUSSEFF, 13, para ser a primeira mulher a presidir o Brasil. Confiamos no projeto de desenvolvimento econômico com distribuição de renda gerando inclusão. 



Escrito por da Maia às 13h45
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